O dia acabou, o tempo fechou, o amor? Nunca mais voltou.
Seu coração ganhou ares de vazio, estampado do lado de fora do peito, desenhado com agulhas para te lembrar que a sala não possuí ocupantes, que a realidade é muito diferente dos desenhos. Está lá, para sempre em sua pele, em dor e artérias expostas, esse é seu coração e você não pode negar, resta aceitar.
Então vá menina, abrace tal dor que tanto te sufoca e faz aquilo que pensava já não ser mais possível, recomeça.
Não deixa que todos aqueles que não acreditaram retirem sua esperança, ergue tua cabeça, carrega teu peso e anda. Anda com a determinação que te trouxe até aqui. Luta, transforma todos os machucados em força, é tua ultima chance. Não deixe o sangue em suas mãos te fazer desistir, assim, com o horror você vai conseguir lidar.
Em letras confusas grite que a menina amedrontada morreu, foi enterrada, porém não esquecida.
Dela ficou o olhar e a esperança que só a ingenuidade é capaz de conferir a um ser humano. Restou também as tristes lágrimas e as cicatrizes profundas, um tanto absurdas. Guarde-as com você, para nunca se esquecer.
Saia na janela e agradeça, faça uso de todos os clichês que bem entender, que bem quiser, tente amar, tente sorrir.
Cada dia será um recomeço, não tenha medo dos tropeços. E se cair? Levanta. E se doer? Aguenta, se sustenta.
O sol brilha lá fora e para ganhar antes é preciso saber como perder, mesmo assim, talvez sua maior vitória tenha sido aprender a abraçar a dor, conviver e assim conquistar, transformar.
Agora anda, larga de tanta melancolia e vá ver a noite, milhões de almas aflitas assim como a sua, milhões de dores tão iguais e tão distintas. Destrua seus sonhos, construa novos e destrua de novo, faça isso até dar certo, e quando der... sonhe outra coisa. O importante é nunca parar, se precisar, se arrasta. Se chover, se molha, lave tua alma com as gotas que caem do céu.
Deveria colocar aqui uma boa conclusão para você entender como deve ser, porém sua história não termina aqui, da mesma forma que esse texto também não... enquanto você respirar... ele deve continuar.
Não deixa que todos aqueles que não acreditaram retirem sua esperança, ergue tua cabeça, carrega teu peso e anda. Anda com a determinação que te trouxe até aqui. Luta, transforma todos os machucados em força, é tua ultima chance. Não deixe o sangue em suas mãos te fazer desistir, assim, com o horror você vai conseguir lidar.
Em letras confusas grite que a menina amedrontada morreu, foi enterrada, porém não esquecida.
Dela ficou o olhar e a esperança que só a ingenuidade é capaz de conferir a um ser humano. Restou também as tristes lágrimas e as cicatrizes profundas, um tanto absurdas. Guarde-as com você, para nunca se esquecer.
Saia na janela e agradeça, faça uso de todos os clichês que bem entender, que bem quiser, tente amar, tente sorrir.
Cada dia será um recomeço, não tenha medo dos tropeços. E se cair? Levanta. E se doer? Aguenta, se sustenta.
O sol brilha lá fora e para ganhar antes é preciso saber como perder, mesmo assim, talvez sua maior vitória tenha sido aprender a abraçar a dor, conviver e assim conquistar, transformar.
Agora anda, larga de tanta melancolia e vá ver a noite, milhões de almas aflitas assim como a sua, milhões de dores tão iguais e tão distintas. Destrua seus sonhos, construa novos e destrua de novo, faça isso até dar certo, e quando der... sonhe outra coisa. O importante é nunca parar, se precisar, se arrasta. Se chover, se molha, lave tua alma com as gotas que caem do céu.
Deveria colocar aqui uma boa conclusão para você entender como deve ser, porém sua história não termina aqui, da mesma forma que esse texto também não... enquanto você respirar... ele deve continuar.
I wanna know have you ever seen the rain?


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